Code Vein II: Por que a sequência ignora o primeiro jogo? Entenda as mudanças e o novo mundo
Fala, pessoal! Thiago na área. Para começar, se você esperava uma continuação direta dos eventos de 2019, o relatório técnico da Bandai Namco traz uma surpresa: Code Vein II é uma sequência de sistema, não de enredo. Com lançamento marcado para 30 de janeiro de 2026, o título opera como uma antologia. Dessa forma, a produtora apresenta uma cronologia inédita e mecânicas que prometem acelerar o combate Souls-like.
Confira agora o que foi revelado na última entrevista técnica sobre a estrutura do game.
Engenharia Narrativa: Um Novo Mundo e Viagem no Tempo
Em primeiro lugar, a Bandai tomou uma decisão estratégica ao não continuar a história original. Segundo o diretor Hiroshi Yoshimura, o objetivo principal foi proteger a experiência do primeiro jogo. Portanto, a equipe evitou alterações que pudessem invalidar as escolhas passadas dos jogadores.
- Intervenção Temporal: Além disso, a grande aposta da engine é a mecânica de viagem no tempo. O jogador poderá transitar livremente entre presente e passado para alterar o cenário e o destino de NPCs.
- Múltiplos Desfechos: Como resultado, suas ações no passado criam ramificações reais. Dependendo das suas escolhas técnicas de intervenção, o final do jogo pode mudar completamente.
- Acessibilidade: Por outro lado, a produtora desenvolveu uma história independente (Standalone). Consequentemente, novos players não precisam conhecer o título anterior para entender a trama.
Refatoração de Sistemas: Parceiros e Combate
Seguindo para os sistemas, a equipe reconstruiu a IA de suporte do zero para oferecer mais controle ao jogador.
- Mecânica de Assimilação: Inicialmente, a nova função permite integrar os atributos do seu parceiro diretamente ao seu estilo de jogo. Dessa maneira, o jogo resolve o antigo problema de balanceamento, onde muitos preferiam jogar solo.
- IA de Grupo: Adicionalmente, o motor de comportamento dos inimigos foi otimizado. Em vez de ataques aleatórios, os monstros agora agem de forma coordenada. Portanto, você deverá utilizar o sistema de parceiros de forma estratégica.
- Data da Demo: Por fim, vale lembrar que um teste focado no Criador de Personagens será liberado em 23 de janeiro.
Análise de Mercado: A Estratégia de Antologia
Finalmente, ao numerar o jogo como “II” mas mudar o universo, a Bandai Namco segue os passos de franquias como Final Fantasy. Do ponto de vista técnico, isso garante liberdade total para a equipe de design. Assim, eles podem criar novos inimigos e ambientes sem as limitações biológicas dos Revenants originais, entregando uma experiência de nova geração em 2026.
Ping do Thiago
Portanto, a Bandai está arriscando ao resetar o universo, mas a mecânica de viagem no tempo pode ser o “pulo do gato” que faltava. Contudo, fica a dúvida técnica: como eles vão equilibrar o peso das escolhas no passado sem tornar o jogo frustrante?
E você, o que acha desse reset? Prefere uma história totalmente nova ou queria ver o que aconteceu com os personagens antigos? Deixa sua análise nos comentários!
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